O peeling é um procedimento muito utilizado para promover a renovação da pele e pode fazer parte do tratamento de diferentes queixas dermatológicas. Mas antes de realizá-lo, é importante entender que existem diferentes tipos de peeling e que a indicação deve considerar as características e necessidades de cada pele.
E um ponto que costuma gerar dúvidas: nem todo peeling faz a pele descascar.
Peeling precisa descascar a pele para funcionar?
Não. Existem peelings superficiais, médios e profundos, e a reação da pele pode variar de acordo com o procedimento realizado e os ativos utilizados.
Alguns provocam uma descamação mais perceptível nos dias seguintes, enquanto outros promovem a renovação da pele com pouca ou até nenhuma descamação visível.
Por isso, não é a intensidade da descamação que determina se o tratamento está funcionando. O tipo de peeling deve ser escolhido de acordo com a pele, o objetivo do tratamento e a avaliação profissional.
Para que o peeling pode ser indicado?
Dependendo do tipo de procedimento e após avaliação dermatológica, os peelings podem ser utilizados como parte do tratamento de diferentes condições e alterações da pele, como:
• Melasma e manchas solares;
• Acne e algumas cicatrizes de acne;
• Rugas finas;
• Poros dilatados;
• Oleosidade;
• Textura irregular da pele.
Cada uma dessas condições pode exigir uma abordagem diferente. Por isso, um procedimento adequado para uma pessoa não necessariamente será o melhor para outra.
A avaliação dermatológica é fundamental
Antes de realizar um peeling, é importante passar por uma avaliação dermatológica individualizada.
O dermatologista poderá analisar fatores como tipo e condição da pele, sensibilidade, presença de manchas, uso de medicamentos, rotina de skincare e objetivo do tratamento.
A partir dessa avaliação, é possível definir qual procedimento é mais adequado e orientar os cuidados necessários para realizá-lo com maior segurança.
Quais cuidados devem ser tomados antes e depois do peeling?
Os cuidados antes e depois do procedimento são essenciais. Em determinados casos, pode ser necessário preparar a pele previamente, inclusive com mudanças temporárias na rotina de skincare.
Após o peeling, a pele pode ficar mais sensível. Entre os cuidados que podem ser recomendados estão:
• Utilizar protetor solar diariamente;
• Evitar exposição solar excessiva;
• Manter a pele bem hidratada;
• Não puxar ou remover possíveis áreas de descamação;
• Evitar produtos ou ativos não recomendados durante a recuperação;
• Seguir corretamente todas as orientações fornecidas pelo dermatologista.
Os cuidados específicos variam conforme o tipo e a profundidade do peeling realizado.
O inverno é uma boa época para fazer peeling?
O inverno costuma ser considerado uma época favorável para determinados tipos de peeling, principalmente porque geralmente há menor intensidade e exposição à radiação solar no dia a dia.
Isso pode facilitar os cuidados durante a recuperação e ajudar a reduzir a exposição solar após procedimentos que deixam a pele temporariamente mais sensível.
No entanto, isso não significa que todo peeling precise ser realizado exclusivamente no inverno. A época ideal dependerá do procedimento, da rotina do paciente e da avaliação dermatológica.
Cuide da sua pele com acompanhamento especializado
Cada pele possui características e necessidades diferentes. Uma avaliação dermatológica é essencial para definir o tipo de peeling mais adequado e realizar o tratamento com segurança.
Agende uma consulta e descubra qual tratamento é mais indicado para a sua pele.